Cão sobrevive após levar seis picadas de cobra

Um cão sobreviveu após levar seis mordidas de cobra em um parque em St. Petersburg, no estado da Flórida (EUA), segundo reportagem da emissora de TV “WTSP”.

Cão 'Stu' levou seis picadas de cobra.
O animal de estimação foi picado depois que a proprietária, Christina Saylo, o levou para passear. De acordo com ela, o cão chamado “Stu” adora correr atrás de esquilos e coelhos.

Após sair de uma moita com a perna sangrando, a dona levou “Stu” para uma clínica veterinária, onde a veterinária Tamara Berlim descobriu que o animal tinha levado seis mordidas de cobra.

Apesar de Christina não ter visto o réptil, a veterinária disse acreditar que o cão tenha sido mordido por uma cascavel.

Fonte: Globo.com

Cadela deficiente visita veteranos de guerra

Ao olhar a cadelinha Faith pela primeira vez é possível que muitos venham sentir pena do animal, que tem apenas duas patas. Mas longe de ser frágil, ela dá um show de superação e distribui alegria e esperança por onde quer que passe.

Faith, um exemplo de vida

Faith é uma cadela terapeuta que aprendeu a superar seus desafios e tem como função visitar pessoas com problemas físicos nos Estados Unidos. A pequena foi, inclusive, nomeada membro honorária do exército norte-americano por ter visitado constantemente veteranos de guerra deficientes.

Mas desta vez ela partirá para um lugar um pouco mais distante. Em breve, ela irá para o Reino Unido cumprir um importante papel. De acordo com o site do jornal The Sun o animal visitará militares recém-chegados do Afeganistão e que enfrentam problemas de adaptação ou sofreram algum tipo de mutilação.

A cadela de oito anos nasceu com três patas, mas como a única perna da frente estava deformada, precisou ser amputada. Na ocasião, médicos veterinários aconselharam sua dona Jude Stringfellow a sacrificá-la, mas felizmente a americana se recusou.

A história de Faith como terapeuta começou logo depois que o filho de Jude serviu o exército na guerra do Iraque. Em entrevista à publicação a americana explicou que foi então que ela teve a ideia de levar sua cadelinha para visitar um hospital que atende veteranos de guerra. “Ela consegue mostrar o que podemos alcançar mesmo quando enfrentamos grandes dificuldades”.

Para finalizar, Jude declarou que Faith mostra por onde passa que tudo é possível com um pouco de fé, em alusão ao nome da cadelinha, que significa fé em inglês.

Fonte: PetMag

Pit bulls resgatados de rinhas provam que é possível superar o trauma

O pequeno cãozinho preto e branco correu batendo na mobília e se escondeu em seu cantinho. Ele não podia subir ou descer as escadas, nem sabia subir num sofá. A descarga disparada ou a louça batendo são suficientes para fazê-lo disparar pela casa. Ele não era um mau cachorro, simplesmente não sabia fazer melhor – ele nunca vivera numa casa. Sua falta de habilidade em se relacionar socialmente foi responsável pelo nome Jonny Rotten (Jonny Destruído). “Ele era um homem das cavernas”, disse Cris Cohen, de Burlingame, Califórnia (EUA), que abrigou Jonny. “Ele não tinha modos.”

Jonny
Conforme reportagem feita pelo site
Parade, isso é totalmente compreensível. Jonny foi um dos 51 pit bulls resgatados em abril de 2007 do canil Bad Newz, em Smithfield, um ringue de rinhas administrado por Michael Vick, jogador de futebol americano da NFL (pelo Atlanta Falcons). Apesar de ser novo demais para ter sido um lutador, Jonny provavelmente teve suas habilidades colocadas à prova e, como os outros da Bad Newz, passou a vida inteira trancado num cercado ou acorrentado a um eixo rotativo na floresta, com pouca ou nenhuma interação com outros cães ou pessoas.

Depois da batida na propriedade de Vick, Jonny e os outros cães foram considerados evidência e colocados em abrigos até que a investigação fosse concluída. As condições eram diversas, mas até os melhores cães podem demonstrar estresse depois de meses confinados. Com os cães de Vick, isso não era problema, assumiu-se que todos seriam sacrificados assim que saísse a sentença.

‘Protetores’ bancam hotel para cães resgatados nas ruas de SP

‘Amigão’ é o nome que um cão da raça husky ganhou da jornalista Débora Gonçalves ao ser resgatado de uma rua na Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo, por volta das 16h30 do dia 30 de dezembro. Na madrugada chuvosa do mesmo dia, ela já havia avistado o cachorro em uma praça próxima à casa dela. Logo na primeira olhada, percebeu se tratar de um animal abandonado.

O husky Amigão, que foi abandonado na véspera do Ano Novo e que, depois de ser tratado, também foi adotado
Ao reencontrá-lo horas mais tarde e diante do estado debilitado e enfermo do cão, decidiu retirá-lo da rua. “Ele estava super mal, com fome, dois tipos de sarna, ferido nas pernas e tinha um problema no quadril”, lembra Débora. Ao seguir o impulso, a jornalista deparou-se com o primeiro obstáculo: para onde levá-lo? Ela mora em um apartamento de dois quartos também na Casa Verde.

Na primeira noite, o husky foi levado para um veterinário, que o medicou. Mas a clínica não tinha condições de abrigar animais. No dia seguinte, Débora o transferiu para uma clínica veterinária que também funciona como hotel para animais de estimação no mesmo bairro.

Lá, Amigão, além da hospedagem, recebeu tratamento veterinário, alimentação e banho. Sem ter onde criá-lo, a solução, provisória, foi manter Amigão no hotel. Com ele já recuperado, Débora passou a enviar e-mails para conhecidos para tentar a doação do animal.

Sem saber, a jornalista passou a conhecer e a integrar um grupo cujos integrantes se autodenominam ‘protetores’ e que utilizam a internet para trocar informações, pedir ajuda e apoiar quem resgata animais maltratados e abandonados nas ruas das mais diversas regiões da Grande São Paulo.

Depois de tratá-los, mesmo que para isso tenham de pagar hospedagem em hotéis, por não ter onde criá-los, essa rede de protetores se mobiliza, então, para encontrar novos lares – estáveis e seguros – para estes animais. Apesar do contato frequente, muitas destas pessoas nem se conhecem pessoalmente. O que as une é a paixão pelos animais.

A história da Débora é semelhante à de muitos protetores, que começaram seguindo um impulso de resgatar um animal abandonado na rua. A grande maioria, no entanto, não para neste primeiro impulso. E passa a dedicar grande parte do tempo – e, em alguns casos, do orçamento – a essa atividade.

A psicóloga e educadora Sônia Zaitune, por exemplo, depois de uma troca de e-mails e de telefonemas com outros protetores, pegou seu carro no início da noite de segunda-feira (9) e se dirigiu às pressas para a Avenida Rebouças, quase na interligação com a Avenida Consolação, na região da Paulista. No local, havia três cães amarrados em pleno canteiro central, no meio do trânsito caótico do horário de pico na capital.

Mulher salva cachorro jogado no Rio Tietê pelo dono na Grande SP

Para felicidade do vira-lata Tobias, a administradora de empresas Mariana Albano, de 28 anos, estava no lugar certo, na hora certa. Por volta das 9h30 de quinta-feira (19/08), quando se dirigia ao trabalho, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ela viu quando o cachorro foi jogado pelo próprio dono no Rio Tietê, de uma ponte no centro de Mogi das Cruzes. “Eu estava passando pela ponte de carro e vi três pessoas olhando para baixo. Eu cheguei a ver o cachorro caindo”, contou.

Tobias
Inconformada, ela parou e desceu do carro. “Questionei as pessoas e uma senhora me apontou o homem que tinha jogado o cachorro. Era um senhor entre 60 e 70 anos. Não era um homem em situação de rua, mas dava para perceber que era alguém carente”, disse Mariana. Em seguida, ela começou a discutir com ele, acusando-o de ter cometido um crime ao jogar o animal no rio.

“Ele me disse: ‘O cachorro é meu. Eu mato na hora que eu quiser’. Ele contou que tinha outros cinco cães e que sabia cuidar deles”, relatou Mariana. Segundo ela, a justificativa dada para que Tobias fosse jogado no rio era porque ele tinha comido os ovos botados pela galinha dele. “O cachorro devia estar morrendo de fome. Ele está muito magro, abatido”, disse a administradora.

Mariana, então, começou a chorar e a gritar, pedindo ajuda para que o cachorro não morresse afogado. O homem, vendo o desespero dela, a ameaçou. “Ele veio pra cima de mim, ameaçando me bater, quando peguei o celular e disse que iria chamar a polícia. Eu gritava e chorava e, mesmo assim, ninguém parou para ajudar.” Em seguida, o homem fugiu de bicicleta.

A segunda parte do drama teve início diante da resistência da polícia em atender a ocorrência. Ela, inicialmente, foi orientada a acionar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Ao afirmar que se tratava de um crime federal maltratar animais, conseguiu que fosse enviada uma equipe ao local. Em seguida, ligou para o Corpo de Bombeiros.

Enquanto isso, Tobias lutava para não ser arrastado pela correnteza nem morrer afogado. Com muito esforço, ele conseguiu nadar até a margem do rio, cujo ponto é ladeado por muros de empresas. “Não tinha como ele sair de lá. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia. No entanto, eu precisava resgatar o cachorro, que iria morrer e se ele preferia isso a me deixar entrar”, contou.

Homenagem

Os bombeiros chegaram pouco tempo depois. Segundo Mariana, um deles desceu por uma corda até a margem do rio e conseguiu atrair o cachorro, que estava assustado. Depois, amarraram o cachorro por uma corda e conseguiram erguê-lo até a ponte. Aos policiais, ela forneceu a descrição do homem que jogou o cachorro no rio e, em seguida, entrou em contato com a Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes. “Em cinco minutos, o delegado veio ao local me atender. Tiramos fotos do cachorro e ele garantiu que iria divulgar o caso para encontrar o responsável.”

O cachorro ganhou o nome de Tobias em homenagem ao sargento dos bombeiros que o tirou do rio, de acordo com a administradora. O animal foi levado para a casa da mãe, também em Mogi das Cruzes, onde foi alimentado e medicado. O próximo passo agora será encontrar um novo lar para o cão. “Vamos deixá-lo prontinho para ser doado.”

Apesar de já ter retirado das ruas e ter conseguido doar mais de 20 gatos e cerca de dez cachorros, ela não se considera uma protetora de animais. “Era algo que eu fazia individualmente, sem pedir qualquer ajuda. Faz pouco tempo que descobri na internet essa rede de protetores”, afirmou.

No dia 23 de dezembro de 2009, ela resgatou um cão da raça fila que viu desmaiado no acostamento da Rodovia Mogi-Dutra. “Ele estava machucado quando o encontrei. Depois que ele foi tratado e alimentado, ele dormiu por três dias seguidos. Agora, está na minha mãe também. Dei o nome de Klaus, em homenagem a Santa Klaus, porque o encontrei perto do Natal. É o cão mais doce que já vi”, contou.

Fonte: Globo.com

Animais de estimação ganham máscara contra poluição em Moscou

Por causa do aumento da poluição em Moscou, na Rússia, provocado pelos incêndios de turfeiras na região, onde a fumaça ocre invadiu a cidade desde o início da semana, até animais de estimação ganharam máscara para se proteger do ar poluído da capital russa.

Animais de estimação ganham máscara contra poluição em Moscou
Fonte: Globo.com